Edicões Gambiarra Profana/Folha Cultural Pataxó

sábado, 17 de abril de 2010

GATO QUE COMIA TOMATES



GATO QUE COMIA TOMATES

Batata era um gato estranho
Bem diferentes dos outros bichanos
Não dormia de dia
Não tinha medo de água fria

Batata era preto como a noite sem lua
Gostava do muro de frente pra rua
Corria atrás da bola
Tinha medo de sacola

Batata ficava olhando o frango
O peixe e a carne
Mas partia mesmo para o ataque
Quando via o danado do tomate

Comia tomates até cansar
Depois sim ia se deitar
Só assim não via o dia passar

4 comentários:

  1. Que delícia de ler!

    Um beijo
    Juliana

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  2. Lindo você, com arte, deu vida a este gatinho adorável.

    Com certeza estarei amanhã no lançamento do seu livro, poeta. Imperdível. Obrigada.

    Beijos, com carinho.

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  3. Amei, lindo de verdade..Parabéns....
    estarei visitando sempre sua escrita, vale a pena ler o que nos agrada..Vi vida no olhar do Batata...Fantastico....

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